O cartão-postal da Chapada: água azul-turquesa transparente sobre um poço que parece piscina natural. Fica em território Kalunga (Engenho II) e tem visitação controlada.
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O mirante mais famoso da Chapada dos Veadeiros: uma 'janela' natural de pedra que emoldura os Saltos do Rio Preto (quedas de 120 m e 80 m) dentro do Parque Nacional. Fica fora da portaria do PNCV, em área de gestão particular, com trilha de ~8 km (ida e volta) a partir de estacionamento gratuito a ~5 km da Vila de São Jorge. Na metade do caminho está a Cachoeira do Abismo, que só tem queda d'água na estação chuvosa (outubro a início de abril). Entrada paga na portaria (dinheiro ou Pix); pôr do sol e nascer do sol somente com guia credenciado.
As quedas gigantes do Parque Nacional: o Salto I despenca ≈120 m. Trilha longa e autoguiada, com mirantes e poço para banho embaixo do segundo salto.
Despenca da Serra do Segredo em uma cortina de água altíssima sobre um poço espetacular. A trilha cruza o Rio São Miguel e o Rio Segredo várias vezes.
Complexo particular da Fazenda Veredas, a cerca de 8 km do centro de Cavalcante (5 km de estrada de terra pela saída para Colinas do Sul + 3 km de carro dentro da propriedade), com oito cachoeiras exclusivas. A queda principal, a Cachoeira Veredas, despenca cerca de 98 m dentro de um cânion e tem acesso fácil por passarela de 300 m a partir do estacionamento. As demais quedas — Veredinha, Poço Encantado, Lara, Cascata, Escondidinha (mirante), Toca da Onça e Véu de Noiva — exigem trilhas de 1,5 a 4,5 km, de nível moderado. Guia não é obrigatório e a entrada é vendida com agendamento online.
Queda imponente de 44 metros no Santuário Fazenda Volta da Serra, no km 72 da GO-239, a 9 km de São Jorge. A água cristalina e esverdeada forma um poço de uns 3 metros de profundidade, com o fundo de pedra à vista — boa para banho e contemplação. A trilha bem marcada passa ainda pelo Poço das Esmeraldas, pela Cachoeira do Encontro e pela Cachoeira do Rodeador. Em maio de 2026 o santuário fechou por nove dias após uma onça-parda ferir uma criança na trilha; reabriu em 23/05/2026 com horário reduzido e monitoramento por câmeras — confirme as regras atuais antes de ir.
A queda mais alta da Chapada — cerca de 187 m, na Reserva Bellatrix, em São João d'Aliança. Pouca gente conhece; quem vai, não esquece.
A caverna mais imponente do Parque Estadual de Terra Ronca: o pórtico de entrada tem 96 m de altura por 120 m de largura, e o Rio da Lapa atravessa os salões — em um dos pontos a água chega na cintura e se cruza com auxílio de corda fixa. Lá dentro fica o Salão dos Namorados, com estalactites e estalagmites enormes, e o altar onde acontece a romaria do Bom Jesus da Lapa, em 5 e 6 de agosto.
Queda alta e poderosa (≈70 m) escondida no Kalunga. Trilha de nível médio, pouca gente — um dos segredos mais bem guardados do norte da Chapada.
O ápice da aventura na Chapada: quedas de ~90–97 m despencando no maior cânion da região, com paredões de ~100 m. Chegar lá é uma expedição — trilha pesada e ~3 km de travessia aquática de neoprene, capacete e colete dentro do cânion do Rio Macaquinhos, na Reserva Piraquara (São João d'Aliança). Aberta à visitação desde 2018.
"Complexo das Lajes" não existe como atrativo independente catalogado: o nome remete ao Córrego das Lajes e à Fazenda Lages, na divisa GO/TO, que junto com o Córrego Canjica formam o conhecido Complexo Águas Lindas e Canjica. São cachoeiras, cânions e poços de borda infinita encaixados em lajeados de rocha, com água turquesa e esmeralda. Fica em território Kalunga, a cerca de 75 km de Cavalcante por estrada de terra, com guia obrigatório.
Uma das cavernas mais ricas em espeleotemas do Brasil, dentro do Parque Estadual de Terra Ronca, com mais de 20 km de desenvolvimento e o rio São Mateus correndo por dentro. A entrada original desabou há milênios, então se entra por uma fissura estreita e íngreme, descendo cerca de 5 metros em corda. Lá dentro abrem-se salões monumentais — como o Salão dos Travertinos Gigantes, o Salão das Agulhas e o Salão das Pérolas — com forração de estalactites brancas, flores de calcita e piscinas de travertino multicoloridas.
A mais radical das cavernas do Parque Estadual de Terra Ronca: a entrada se dá por um rapel vertical de cerca de 40 metros, e lá dentro o Rio São Vicente forma uma sequência rara de cachoeiras subterrâneas. É na São Vicente que ocorre o famoso "raio azul" — um feixe de luz que entra por uma fenda no teto por volta das 13h e ganha tom azulado pela umidade da gruta. Caverna fechada à visitação comum; só com autorização da Semad e guia credenciado.
Um dos roteiros mais selvagens da Chapada, no vale do Rio Macacão, entre Alto Paraíso e São João d'Aliança: a Cachoeira da Escadaria e a gigante Macacão/Catedral, de ~100 m em dois saltos (o poço do segundo fica 85 m abaixo). Área de avistamento frequente de lobo-guará e veado-campeiro; a base é a Aldeia Macaco.
Complexo particular de cachoeiras do Rio Caldeira, a ~19 km de Alto Paraíso pela GO-239 sentido povoado do Sertão, com quatro quedas em sequência: Caracol, Pedrão e Walkyrias 1 e 2, todas com poços de banho. A Cachoeira do Caracol, última e mais alta do percurso, cai por uma fenda na rocha formando um véu diante de uma parede em espiral — o acesso final é por via ferrata (escada metálica fixada na rocha) com cadeirinha e capacete fornecidos, em grupos de até 6 visitantes além do guia; menores de 10 anos não sobem. A visita exige agendamento e acompanhamento de guia credenciado — é proibido entrar no complexo sem guia. Trilha leve de ~2,5 km (ida e volta) à beira do rio, com trechos sombreados de mata.
Também grafada Catuá. A joia do povoado de Campo Alegre (distrito do Mocambo/Mucambo), em Paranã (TO), na faixa de divisa disputada entre GO e TO ao norte de Cavalcante. Guias falam em ~70 m de queda; o cadastro estadual de turismo registra 101 m. Uma queda alta encravada num paredão rochoso, cujo grande diferencial são dois poços lado a lado: um de água verde-esmeralda e gelada, alimentado pela cachoeira, e outro de água morna em tom azul-turquesa, que brota de uma nascente na rocha. Lugar isolado, sem estrutura, só visitável com guia credenciado.
Queda livre de cerca de 115 m (algumas fontes citam 120 m) no córrego Simão Correia, afluente do rio São Bartolomeu, na zona rural leste de Alto Paraíso de Goiás — área recém-incorporada aos limites ampliados do Parque Nacional. O acesso é por ~33 km de estrada de terra (GO-239 sentido Nova Roma) e trilha de ~12 km ida e volta que começa atravessando o rio São Bartolomeu, com poços cristalinos e uma cachoeira secundária de poço fundo no caminho. Funciona todos os dias das 7h às 18h, com entrada permitida só até as 11h.
Complexo do Rio da Prata: água clara, poços para banho e bem menos movimento. Aposta de quem é da região quando perguntam 'a mais bonita de verdade'.



































